Descomplicadas Viva la vida by Frida Kahlo 1954

Publicado em junho 29th, 2010 | por Revista Naipe

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EFEITO MELANCIA

[Por Salma Ferraz, escritora, especial para o Descomplicadas]
 [Quadro Viva la vida, de Frida Kahlo] 

Jamais me esquecerei o dia em fomos, eu e mais três mulheres, abundantemente humilhadas por aquela megabunda, afinal vivemos no país onde tudo termina em bunda.

O Brasil é um nascedouro de bundas. Neste bundocosmo muitas mulheres não sonham com um lugar ao sol, mas com ter uma bunda exposta ao sol. São as neobundas! Algumas bundas surfistinhas conseguem a proeza de se transformarem em escritoras. É o país das bundalhas onde não se coloca os pés na calçada da fama, mas a bunda na fama! A xuxização precedeu a bundismo e o resultado foi o homo bundus que reinvindica o bundopólio para si.

Era uma terça-feira abafada pelo verão da Ilha da Magia e da Carestia, a cidade conhecida no Brasil como a cidade de Floriano, Florianópolis, e por nós, a Ilha de Santa Catarina. Era março e agora estávamos nós os moradores da ilha, livres de todo tipo de turistas, que no verão infernizavam a vida de quem vive aqui. Acabara de sair do consultório da minha dermatologista, no sétimo andar do Shopping Trindade, próximo à universidade. Fora ali buscar a minha receita de um creme milagroso, conhecido cientificamente como Dimetilaminoetanol, nos consultórios dermatológicos como DMAE, ou mais vulgarmente como efeito-cinderela. Este creme é muito procurado pelas mulheres após os trinta anos, porque logo após a sua aplicação a pele apresenta um efeito firmador e tensor. É um lifting rápido. In Natura é encontrado em peixes como salmão, anchova e sardinha. Ah!, e em algumas bundas…

O problema deste miraculoso produto, a fonte da juventude das mulheres de minha idade, é o preço. Como é caro, as dermatologistas receitam pequenas porções de 15, no máximo 20 gramas, para ser aplicado  economicamente ao redor das linhas de expressão, dos chamados pés-de-galinha, em redor dos olhos. Deixei minha receita numa farmácia do Shopping: Alana May. O farmacêutico gentil e bonito, sem necessitar de efeito-cinderela nenhum, atendeu-me com a gentileza de sempre, informando-me que a receita ficaria pronta no outro dia. Ele era belo no conjunto: altura, sorriso, olhos azuis, uns 35 anos, cabelos castanhos caindo displicentemente pelos ombros, um perfume de cedro e braços selvagens. Sempre gostei de homens de braços peludos. Aliás, gostava… Efeito-príncipe que sempre vira sapo…

Bundança

Na quarta-feira voltei à farmácia para pegar meu efeito-cinderela. O calor do início de março era insuportável. Às dez horas da manhã o termômetro já marcava 30 graus. Por conta do calor e do semestre ainda não iniciado, todos nós andávamos de bermuda e sandálias, mesmo na área próxima da UFSC. Existiam as deusas, que dispensavam o recato e errabudeavam de mini-shorts, quase expondo suas partes pudendas na cara dos homens, como sempre, aficionados pelas bundas que saltavam exprimidas de dentro daqueles mínimos pedaços de pano. Algumas deusas saiam da praia e com vestidos transparentes entravam pelas lojas do Shopping esfregando suas curvas nos olhos de todos.

Cheguei à Alana May para pegar meu produto e sentei-me juntamente com outras duas mulheres no banco de madeira da farmácia, esperando nossa vez. Não precisávamos dizer o nome, porque tanto o  farmacêutico como as atendentes já nos conheciam. Bastava esperar que elas localizassem o pacotinho com o produto. Enquanto isto, seis pares de olhos disfarçavam e investigavam aqueles braços de Tony Ramos. Com nosso olhar imerso naquela selva castanha, percebemos abruptamente que nosso campo de prazer fora encoberto por algo enorme.

Tapou nossa visão uma gigantesca bola de carne bronzeada e arredondada. O que era aquilo?! Uma delineadíssima bundaça, tendo como detalhe um pequeno biquíni que tentava se equilibrar naquela macrobunda. O biquíni branco apenas enfeitava, era um detalhe na montanha obscena. Cobrindo aquela bundiota apenas um vestidinho transparente de voal.

Tapou nossa visão uma gigantesca bola de carne bronzeada e arredondada. O que era aquilo?! Uma delineadíssima bundaça, tendo como detalhe um pequeno biquíni que tentava se equilibrar naquela macrobunda

Era uma arquibunda que abundava suculentamente a dois palmos de nossas caras pasmadas! Seis olhos não davam conta de abarcar aquele monumento de curvas. E o pior, para inveja suprema e fatal daqueles seis olhos carcomidos de inveja: não tinha uma mísera celulite. Aquele ostensivo rabo empinava-se ostensivamente em nossa cara. Odiamos tanto aquela mulher que não queríamos olhar seu rosto. Sua bunda melancia nos bastava para tanta humilhação. Mas ela queria liquidar conosco de uma vez só. Para ela não bastava ter aquela bunda descomunal; ela tinha cabelos loiros, olhos claros, rosto triangular. Mesmo que não quiséssemos ver o resto daquele corpo, a Mulher Bunda nos obrigou a isso. Pediu sua encomenda e, enquanto esperava, tentou acomodar aquele traseiro no banco ao nosso lado, nos presenteando com uma bundada.

Quanta humilhação! Foi uma bundança geral. Naquele banco caberia pelo menos mais duas mulheres cujos traseiros tivessem proporções humanas. Mas, para que coubesse a fuselagem daquela potranca, nós três tivemos que recuar e espremer nossos tristes e, agora, amassados traseiros. Ficamos com nossa egobunda no chão!

Ficamos ali por alguns minutos que pareceram eternidade. Não falávamos, olhávamos para qualquer lugar que não fosse para ela. Para nossa surpresa, já esperávamos há uns cinco minutos e a encomenda dela foi achada primeiro. O bunda-mole peludo quase babou ao pronunciar o nome da dona da bunda, que agora nem me lembro mais. Uma mulher como aquela nem devia ter nome, afinal sua bunda era muito mais que um RG. Perdi até a frase. Voltando ao embasbacado. O animal, no ápice do cio, chamou a mulher. E só agora, diante de seis olhos extasiados e três bundas humilhadas, entendemos porque a encomenda dela fora achada. Não era uma minúscula bisnaga de 15 ou 20 gramas. Era um pote de DMAE de um quilo!

Não entendi nada. Observei as mãos da Mulher Bunda mexendo em uma bolsa. Tenho que parar para falar da bolsa. Para nosso espanto a bolsa era Louis Vuitton preta, cheia de argolas e laços. Não combinava com a roupa de praia dela, mas era uma legítima LV que deveria custar uns R$ 2.500, no mínimo. A lacraia retirou um cheque ouro do Banco do Brasil que já estava assinado. Enquanto eu segurava nas mãos o valor de R$ 35 que pagariam minha bisnaginha de 15 gramas, ela preencheu um cheque de R$ 3.000 por um quilo de DMAE.

Bunda sutra

O bundalopithecus observava a mulher preenchendo o cheque, babando. Odiei aquele homem. Eu e as outras mulheres nos entreolhávamos enquanto a outra balconista nos chamava para entregar nossas encomendas. A tanajura preencheu rapidamente o cheque, entregou-o, pegou seu pote e saiu satisfeita, rebolando ostensivamente seu rabo avantajado. Que falta de vergonha na bunda! Pública e impudicamente aquele traseiro bundeante suplicava um créu! As outras mulheres me olhavam sem saber o que pensar ou dizer. Pensei: provavelmente deve ter um salão de beleza. Mas algo estava errado. Salão de beleza não aplicava DMAE naquela quantidade. Não aguentei e perguntei àquele beija-bunda na nossa frente:

– Ela é dona de salão de beleza?

– Não, respondeu sorridente o animal no cio…

Já tinha passado por ridícula. Iria até o fim. As outras duas mulheres já com os pacotinhos na mão também queriam sabem o enigma da tanajura e aguardavam:

O bundalopithecus observava a mulher preenchendo o cheque, babando. Odiei aquele homem.

– Mas pra comprar um quilo de DMAE…

– Bem ela usa nela…

– Mas tanto DMAE assim pra ser usado no rosto estraga.

– Ela não usa no rosto.

– Não?

Com os olhos brilhando como de besta próximo ao gozo, e curtindo com nossa cara, ele respondeu, apreciando cada gesto de nossa parte:

– Ela usa DMAE na…  bunda!

Silêncio de três desbundadas reduzidas à sua mera insignificância. Não satisfeito com nosso silêncio constrangedor, o tarado ainda acrescentou:

– E o marido, podre de rico, paga tudo contende da vida… É um investimento… Também aquilo é um monumento…
Sai dali odiando aquele bundolátra indecente, odiando aquela vaca rabuda, aquela pornô bunda que tinha nascido com o caráter virado para a lua, que gastava R$ 2.500 numa bolsa francesa, praguejando contra aquele  marido que gastava R$ 3.000 num pote de DMAE para manter aquela bunda empinada sem nem um mísero buraquinho de celulite. Não invejava a bolsa, nem do marido rico, mas aquele bunda…  Afinal, não se pode ter tudo na vida! Aquela bunda estragara meu dia, meu verão, meu mês. Mas eu dava minha bunda pra bater que aquela bunda não permaneceria nas mãos de um único dono por muito tempo. Era bunda demais para um único degustador… Era como uma melancia, demais para um só…

Cada vez que, economicamente, passava o DMAE nos cantos dos olhos, eu imaginava uma cena pornográfica: aquela bunda deitada num lençol e o marido rico, babando, com as mãos enlambuzadas de creme, massageando aquela tanajura dourada.

No Brasil das bundalhas, ter bunda grande é ter selo de qualidade HOMETRO (Homem que mede o caráter de uma mulher pela centrimetragem de suas nádegas). Vivemos numa sociedade bundocrática: manda e faz sucesso quem tem a maior bunda. Aqui bunda não é mais substantivo e sim verbo: eu bundo, tu bundas, ele bunda, nós bundamos, vóis bundais, eles bundam. Aqui, bundam todos. Vivemos no reino da Bunda sutra. Também foi o tempo em que se pedia humilde mão em casamento. Hoje pede-se a majestosa bunda em casamento. Vivemos na Era Bundozóica nos quais os Hometros buscam a abundessência.

Ódio às bundas burguesas! Ódio às bundas pocotós! Ódios às chinocas! Ódio à todas as bundas da Playboy! Ódio às bundas da Praia Mole! Ódio às bundas melancias! Ódio às tanajuras! Ódio à bundarização do Brasil, na qual a mulher só vale pela bunda que carrega. Estava sofrendo de bundopatia crônica.

Bundosfera

Três meses depois, em julho de 2008, lá estava eu na mesma farmácia com nova receita. Notei que o beija-bunda peludo não estava lá. Estranhei porque ele era o farmacêutico chefe. Perguntei por ele e a atendente, que era minha conhecida, me apresentou a nova farmacêutica. A atendente foi buscar minha bisnaginha de creme. Enquanto conferia o dinheiro, perguntei-lhe:

– Que aconteceu com ele. Mudou de farmácia?

Como a farmácia estava vazia naquela manhã, a atendente me puxou pelo braço para um canto retirado do balcão e em voz baixa me informou, com aquele sotaque manezinho.

Enfim, o Brasil criou uma espécie única no mundo: as mulheres hortifrutigranjeiras, completamente analfabundas

– Nem te conto, nega… Fugiu para a Europa.

– Fugiu? Como assim?

– Fugiu… com a loira do Pote de DMAE?

Silêncio.

–  Fugiu com ela, quer dizer, com a bunda dela…

Aquele outro bundão havia levado um pé-na-bunda. Triste é o país que valoriza a bunda em detrimento da inteligência. No Brasil a bunda abunda e falta cérebro, sobra a inteligência glútea. Aqui é o Império das Bundas, e os ícones são as rainhas Rita Cadillac que se autonomeou vovó das mulheres frutas. Agora o nome desapareceu, as funk bundas são identificadas por apelidos que nomeiam o formato do seu derrière: Mulher Moranguinho, Mulher Melão, Mulher Maçã, com seus 115 cm suculentos, Mulher Melancia, com seus medidos 121 cm de pura inteligência e que foi lançada pelo MC Créu, a Mulher Jaca, prima da Mulher Melancia (uma verdadeira família bundalógica), a Mulher Filé, descoberta por MC Catra, que consegue a proeza de fazer uma parte alojada no meio do seu filé de 100 cm piscar na chamada dança do Pisca-Bumbum etc. Enfim, o Brasil criou uma espécie única no mundo: as mulheres hortifrutigranjeiras, completamente analfabundas cujo universo musical é astronômico: vai do Créu ao Rebolation. Elas são as hiperfêmeas, as bundabotero. Estas mulheres frutas com sua inteligência ginobundal de 1 bundabyte, zeroglotas, só poderão gerar filhos da fruta!

Em 1990, o grande Tim Maia lembrou-se de um adágio popular muito conhecido: “O Brasil é o único país onde prostituta tem orgasmo, cafetão tem ciúme, traficante é viciado”, complementando que  aqui  “pobre é de direita” . Poderíamos complementar de outra forma: O Brasil é o único país onde prostituta tem orgasmo, cafetão tem ciúmes, traficante é viciado e bunda tem caráter. Na semana em que terminava este conto fui surpreendida com uma notícia: a brasileira Melanie Fronckowiak foi eleita Miss Bumbum Internacional 2008 e recebeu um prêmio de R$ 43 mil pela sua bunda. E eu que já achava ridículo Miss Universo… Lógico, a Miss Bumbum Internacional tinha que ser do país das bundalhas. Vivemos numa bundosfera na qual a burritsia suplantou a intelligentsia. Se os Estados Unidos reiventaram o termo bulesco e em 1920 criaram a comédia burlesca para designar shows de striptease, a nós só restou a criação da comédia bundesca, o striptease cru e nu da bunda na clitomídia.

Saí dali contente da vida, feliz com minha humilde anatomia, imaginando o efeito melancia estampada na cara daquele empresário rico e corno. Cada homem tem a bunda que merece e nada como uma bunda atrás da outra…

A seguir minha ginocrítica: Viva o cérebro! Abaixo as mulheres melancias! Fim do Bunda sutra. Mil vaias para Era Bundozóica! Bem-vinda a geração do Pós-Bunda!

Aqui só a bunda foi abundantemente tudo…

“L’ excellence de la race, fa force du peuple, tient surtout au sort de la femme.” (Júlio Michelet)

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Sobre o Autor



42 Responses to EFEITO MELANCIA

  1. Maria Luiza Vargas says:

    Muito bom Salma! É a tua cara menina! Olha, fiquei até mais conformada com “os excessos” na derriére que meus ancestrais me legaram…kkkkk Só que, no meu tempo de jovem, a gente escondia tudo em camisetas enormes e compridas e tínhamos até complexo, hoje virou atributo para exibir.
    Vou esperar tua visita no meu blog tá?
    Um beijão.

    http://cinquentinhasblogspot.com

  2. Alice says:

    Adorei…hahahaha….Mas não acho que o rico se ache corno. Depois q vi a entrevista do velho dono da Playboy que, ao ser perguntado se ele não se sente mal em saber que as mocinhas só estão com ele por dinheiro, ele respondeu: “quando vou a um restaurante e como uma lagosta, não pergunto se a lagosta gosta de mim, eu quero é pagar caro para comer a lagosta”. Então, minha querida, acredite: Homem não liga de ser corno, desde que tenha uma bunda dessas…eles são felizes mesmo assim…hehena real, eles gostam de ser cornos de bundas….

  3. Maria Alice says:

    Adorei, muito bom mesmo! Falta alguém com a cara e a coragem de dizer isso na lata dessa geração, ou dessa bungênia!

  4. MoacirXXX says:

    invejosa é foda hein. querias era ter uma bunda daquela hahaha

  5. baby says:

    parabens pela crônica!

    adorei mesmo!

  6. Rosa Maria says:

    Ufa…até que enfim uma mulher inteligente e ousada consegue exprimir o que também sinto!

  7. Charles Berndt says:

    Fantástico, já havia o lido antes, mas acho-o fascinante por causa de sua linguagem sarcástica e ao mesmo tempo séria e dura na crítica ao país das “mulheres-bundas”.
    Parabéns, querida, amiga e mestra, Salma Ferraz.

  8. Cristiane says:

    Salma, adddoooorei a tua crônica!!! Consegui visualizar “a bunda” e a cara de bunda do vendedor!!!!

  9. Martos says:

    Ainda não havia lido nada tão inteligente, agradável e engraçado sobre bundas. Valeu a leitura! Aliás, como sempre, Salma com sua iluminação nos fazendo ver o que não viríamos, sentir o que não sentiríamos e alcançar o que não alcançaríamos sem sua escrita. Sucesso!

  10. azevedo says:

    muito bom parabens…

  11. Roseli Broering says:

    Salma, querida, minha escritora preferida que até ao meu neto que apenas pem cinco anos conseguiu incutir a ideia de que quer se escritor de livros quando crescer. Teu poder de escrita, ámais que poder, é talento, raça, fôlego! Sempre com as melhores ideias para divertir a nós, seus leitores. Pronta para entrar para os cãnones literários. Já entrou para a história de nossas vidas. Salve a Boa literatura. Salma, tu és demais!!! Parabéns por todos os contos e obrigada por trazer esse fio de bons conhecimentos, com graça, a todos nós! O Brasil só ganha contigo! Beijossssss

  12. Josemar VIdal Jr. says:

    Lindo, Salma! Muito engraçado, parabéns. Como já tens um conto para o seio “O seio nosso de cada dia”, a bunda não poderia ficar de fora. ué!? “Ridendo castigat mores”.

  13. Tatiana Russo says:

    Salma, já havia lido a sua primeira versão… num sarau em sua casa me deste o impresso… mas a versão aqui no site conseguiu estar melhor. É engraçado. E horrivelmente sério. Mas engraçado. Bundalelê…
    Continue escrevendo… você é ótima!

  14. Deise says:

    Salma querida, vc como sempre maravilhosa com suas crônicas! Muito Divertido!
    Salve a Era pós Bunda, Pós Silicone, Pró Inteligencia!!!

  15. Mariana says:

    Adorei o texto, prof!
    É divertido, crítico… um ótimo conto!
    Me sinto agora um pouco mais conformada com a minha mini-bunda! ahuahuahua
    Abraços!

  16. Maria Paola says:

    Adorei o texto, muito divertido!! Esperamos que em um futuro próximo usemos mais o verbo pensar do que o verbo bunda!!! kkk’ ‘-‘

  17. mauricio says:

    adorei o texto!!!! mas vou dizer que a melhor coisa do mundo é uma bunda com inteligência embutida.

  18. Maycon Romualdo Silv says:

    Oi profª. parabéns pelas crônicas. Com frases bem divertidas e reais. Estou esperando os contos do Busão. Aposto que irá seguir o mesmo ritmo dessas crônicas. Espero ler muitas crônicas suas, durante o curso de letras.
    Parabéns…

  19. Daiana says:

    Muito divertido! adorei ! e viva a geração do pós- bunda!!!

  20. Luciani says:

    Parabéns pela crônica. Fico me perguntando: será que pelo menos 1 % das mulheres bundas conseguem ler e entender esse texto?
    Viva o pós-bundismo!!!!

  21. Mirian says:

    Salve salve a geração do Pós-bundismo.
    E abaixo o desbunde!

    Adorei
    ;*

  22. Kelly says:

    Amei o conto, afinal no meio de tantas bundas, ainda existem cabeças pensantes!

  23. Josi says:

    Que divertido!
    Histórias da vida real! Adorei!
    E viva a bunda!

  24. Lily Ann says:

    Professora, achei ótimo!
    O tipo de humor que me encanta, inteligente…
    A leitura é mesmo divertida e desperta o prazer de ler.
    Parabéns!!
    Virei fã, não só das suas aulas mas da sua produção também.

  25. Camila says:

    Adorei o texto!
    Já tinha tido a oportunidade de o ler antes, e reli, afinal, além de inteligente, é muito divertido, o que torna impossível fazer uma leitura dele só! ;) hehehehe
    Beijos

  26. Morgana says:

    Ameei, além de super inteligente, me identifiquei com ele. auhsasuhauhs
    E “Mil vaias para Era Bundozóica”.

  27. Patrícia says:

    Sensacional!!! Adorei o conto… A escritora como sempre ,faz em seus livros, consegue prender o leitor!!!

  28. Leani says:

    Muito legal, a Salma é ótima mesmo… em contos (e em outras coisitas tbem, né?) Mas as mulheres bunda certamente não tem só vida boa… vide o caso daquela Eliza. Abs

  29. Elaine Reis says:

    Um excelente conto que proporciona uma reflexão divertida. Quem já leu outros contos da autora, reconhece uma das características de seus contos: despertar o prazer na leitura. Os trocadilhos inteligentes proporcionam boas gargalhadas.

  30. Mari says:

    Professora Salma, adorei o texto, acho que 99% das mulheres brasileiras se identificam com ele!! kkkk
    bjs

  31. Maria Christina de says:

    Salma, parabéns ! Seu texto é ótimo, divertido e inteligente! CRÍTICA ÁCIDA E COM MUITO HUMOR ! É UM ÓTIMO RETRATO DO BRASIL, BRASILEIROS, E SEUS VALORES VIGENTES, PARA AGRANDE MAIORIA DAS PESSOAS, ESPECIALMENTE O GRANDE PÚBLICO EQUIVOCADO. Vou indicar o site a vários amigos(as).Beijos, Chris

  32. Pedro says:

    irreverente, pericioso, bem humorado; esse texto tah redondinho, dá ateh vontade de beliscá-lo.

  33. Letícia says:

    Nossa! Muito bom! kkkk

  34. Pedro says:

    irreverente, pericioso e bem humorado; é um texto redondinho, dá vontade de beliscar…

  35. Gika says:

    Amei o texto!
    Bom demais!
    beijos

  36. Helena says:

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkk… Seu texto retrata bem a futilidade que é característica da atualidade. “Efeito Melancia” tem e precisa ser lido em alto e bom tom para todos que ainda insistem em cultuar tal universo de superficialidade. Ameeeeeeeeeeeei, Salma. Beijoocas.

  37. veronica ribas says:

    A Salma como sempre conseguindo nos arrancar boas gargalhadas! Se a revista BUNDAS ainda existisse… poderia ir parar lá também!
    Parabéns à revista Naipe pela publicação!

  38. Laise says:

    parabéns!! eu realmente adorei e ri muito. Você ainda nem citou as bundas de plásticos.

    Viva a geração pós-bunda e espero que possamos viver a pós-peito também!

  39. Elaine says:

    Salma, como sempre excelente! Um agradável humor sarcástico, digno de Aplausos!!

  40. Gabriel Feigel says:

    Ótimo texto. Parabéns, Salma!

  41. Mays says:

    Parabéns Salma. Este conto é ótimo!!! Ri muito ao ler novamente.

    Beijos

  42. Yasmine says:

    Nossa, muito engraçado esse texto! Morri de rir com os trocadilhos, muito bom!
    ;-)

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