Na rua geral_centro(1)

Publicado em março 8th, 2013 | por Revista Naipe

0

14 HORAS NA REGIÃO CENTRAL DE FLORIANÓPOLIS

Se você não foi dormir como um panda contrariado duas horas antes, acorde às 9h para caminhar, correr ou espairecer na Avenida Beira-Mar Norte.

Este conteúdo é do Guia Naipe de Verão 2013, que pode ser lido na íntegra aqui.

Sem os prometidos banheiros públicos e quiosques, a área de lazer da avenida segue aquém do que pode ser a orla marítima principal de uma cidade turística. De qualquer maneira, desde 2011 uma parte dos 9,8 km está bem melhor, com muito mais árvores, lixeiras e movimento – 3,5 km da pista de corrida e caminhada ganharam novas pavimentações, largura (agora cinco metros), novos equipamentos para exercícios e pérgulas com bancos de madeira. No primeiro bolsão da avenida para quem vem das pontes, onde há um trapiche, a melhoria partiu da iniciativa privada.

No Kiosque Beiramar, surgiram sofás, mesas e bancos em parte sombreados por seis árvores. Ali ficam disponíveis bicicletas adultas e infantis para aluguel (R$ 7 a hora; diariamente, 8h/22h) e freezers contendo de Gatorades a cervejas. Em muitos domingos de 2012, o espaço recebeu o Sounds in da City, iniciativa gratuita com DJs e atmosfera suave. A Ilha, em todo caso, parece avessa a boas notícias: a festa não foi autorizada no trapiche e agora transita em diferentes áreas públicas por aí – no verão, também com o nome de Sounds in da Beach. Fique de olho.

Outra opção para exercícios é o Parque do Córrego, que compensa a falta de vista para o mar com mais verde e menos cimento. No leque de opções, uma pista de chão batido para corrida, trilhas educativas pela mata, equipamentos de exercícios, quadras de vôlei e futebol de areia, além de diversas mesas sombreadas para piquenique e brinquedos infantis. Ótimo lugar para quebrar o eixo praia-Lagoa e levar seu amigo gringo ou primo urbanoide para um refresh tropical, com direito a pau-brasil e jacaré-do-papo-amarelo.

Como sequência, um passeio no Centro Histórico da Ilha (p.36), especialmente aos sábados, é boa opção. Para comer, uma das melhores pedidas vem de outro Estado: com 28 tipos de queijo, 213 rótulos de cachaça, pão de queijo com receita familiar de 35 anos e um doce realmente de leite, o Uai de Minas (R. Bocaiúva, 1959, Centro; 3224 0019; seg/qua, 8h/22h; qui/sex, 8h/23h; sáb, 8h/19h) teletransporta os clientes para uma típica fazenda mineira de onde muitos não querem mais sair. Entre as opções apaziguantes de almoço está a alcatra à mineira, dois bifes grelhados acebolados e acompanhados de tutu de feijão e couve mineira (R$ 19,30).

Em tardes ensolaradas de verão, permanecer no Centro não fará sentido. No caso de chuva, aí sim os cinemas, shoppings ou a biblioteca do Sesc (p.37 e 38) terão seu apelo.

Para happy hour, veja texto na p.26 do guia. Mais tarde, para um esquenta ou quase balada vá ao abarrotado Guacamole (Av. Beira-Mar, 2006; 3225 0900; diariamente, 18h45/último cliente; entrada: dom/seg, R$ 5; ter/sáb, R$ 10), onde os empolgados mariachis acabam empolgando. No ambiente são pendurados adereços típicos e gracejos em castelhano. Com mais de 50 opções de , o cardápio vai além de tacos, nachos e burritos. A dica da casa, para dois, são as fajitas – uma bandeja com frango, filé mignon, pimentão, cebola, tortilhas e três tipos de molho que se monta como quiser (R$ 61,80). Para beber há, além dos etílicos de sempre, 12 drinques latinos.

Querendo cair na esbórnia, pilhados não precisam sair do Centro. Há opções como o Jivago, que acaba de passar por sua maior reforma, e o El Divino, referência mainstream na cidade há oito anos. Leia mais sobre baladas na p.28 do guia.

Tags: , ,


Sobre o Autor



Os comentários foram encerrados.

Subir ↑