No Mundo play3

Publicado em junho 7th, 2013 | por Camille Bousez

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DE RAMALHO A RAIMUNDOS

“Na Ilha com Camille” é uma série de posts que mostra expectativas e realidades de uma belga que faz estágio na Naipe e aprende português em Florianópolis. Leia os textos anteriores aqui

Preparamos dez playlists com clássicos nacionais bons e ruins para Camille ouvir e avaliar. Leia as observações da belga enquanto escuta: Na Ilha com Camille – Playlist 3

Roberto Carlos – Se você pensa: Ele é o Dave do Brasil. Como sempre quando a canção data dos anos 1960 até 1980, ela não me incomoda, mas não gosto mais que isso. (7/10)

Aviões do Forró – Lapada na rachada: Ainda que habitualmente eu goste deste ritmo, as letras estão…perfeitas (ironia!). Eu tentei traduzir: é grande, é bom, é maravilhoso! Às vezes eu tenho vergonha de ser uma mulher quando eu vejo coisas como estas letras. Eu sei que isso faz vender…mas não que! (5/10)

Los Hermanos – Último romance: Eu adoro a instrumentação rock com os metais atrás, o tom um pouco nostálgico da voz do cantor e a melodia de um modo geral. (8/10)

Zé Ramalho – Chão de giz: Com sua voz rouca e sua guitarra, ele já começa ganhando pontos. É muito bom, poético, tranquilo, totalmente meu estilo. (8,5/10)

Charlie Brown Jr – Zoio de Lua: Um pouco especial esta combinação de reggae (o ritmo), de rap (as letras, o tom do cara) e de rock (a melodia durante alguns momentos), isso não me agrada muito. (6/10)

Fat Family – Jeito sexy: Isso é sempre barato de ouvir das reprises (neste caso da Diana King – Shy guy) com uma tradução diferente do original. O original, na minha visão, é realmente muito melhor. (6,5/10)

Roberta Sá – Fogo e gasolina: Eu gosto os jogos de palavras nas letras. Temos uma canção que lembra essa e que é muito bonita, se chama “Le toi du moi” (o vídeo está disponível aqui). (7/10)

A banda mais bonita da cidade – Oração: Apesar das letras que se repetem todo tempo (mas isso dá um estilo legal finalmente), eu adoro: a melodia, a dos vozes juntos, a instrumentação, todo. É super bonito. (9/10)

Parangolé – Rebolation: Oulala! Nulidade. (3/10)

Raimundos – Mulher de Fases: Me lembra quando fui jovem e escutei Sum41 e Green Day. Não digo que vou escutar isso todo dia, mas eu gosto. Isso está bom para soltar os cachorros uma boa vez. (7/10)

Vanessa da Mata – Ai ai ai: Aie..aie…aie…(hehe), canção da lista (incredível, há sempre uma!) sobre que eu tenho nada a dizer. Ela me faz nem quente nem frio. Não é que acho ela boa ou nula, é que penso nada dela. (5/10)

Gino e Geno – Mulher que não dá voa: Apesar do estilo de música do interior (quando a gente vê o chapéu na cabeça dos dois cantores, a gente não está surpreendido), a melodia me contenta bastante.  Já a letra… sem comentários. (7/10)

Ivete Sangalo – Festa: A Céline Dion nacional! Nada que dizer, isso dá a pêssego (expressão francesa para dizer que “isso anima”), é bem arranjado, entendo porque Ivete Sangalo agrada a maioridade. (7,5/10)

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